Edifícios de Habitação de Interesse Social e Mercado Popular

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Abrangência: Arquitetura

Classificação: Edifícios Residenciais

EVTEA - Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental para Habitação de Interesse Social e Mercado Popular

  • Vitrine

    Elevação da edificação

    1 de 5

  • Vitrine

    Estudos de gabarito

    2 de 5

  • Vitrine

    Perspectiva - circulação externa

    3 de 5

  • Vitrine

    Perspectiva interna

    4 de 5

  • Vitrine

    Perspectiva interna

    5 de 5

Para o Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA) de Habitação de Interesse Social (HIS) e Mercado Popular (HMP) para a Cidade do Recife foram desenvolvidos 12 projetos em diferentes bairros da cidade com programas de necessidades específicos. Cada um dos projetos foi desenvolvido analisando-se o contexto local, a demanda por equipamentos públicos e espaços de lazer e esportes, e aplicando usos não residenciais nos térreos dos edifícios. Desta forma, os benefícios do projeto extrapolam os limites do lote e conformam-se como um projeto urbano de forte articulação com o entorno.

Buscando oferecer para a Secretaria de Habitação da Cidade do Recife uma metodologia de projeto capaz de ser replicada e utilizada em outros momentos e situações, a JWurbana desenvolveu módulos residenciais de 50m2 e 75m2 que, ao assentarem-se nos térreos, podem ser interligados de modo a receber os mais diferentes usos: creches, bibliotecas comunitárias, cozinhas, restaurantes e lavanderias coletivas, estabelecimentos comerciais e de serviços. Esses usos são escolhidos participativamente com a comunidade e terão, além do importante papel de dinamizar os espaços privados de usos público, seus alugueis contribuindo para a manutenção predial e condominial do conjunto.

A sustentabilidade foi norteadora da organização dos projetos e escolha dos materiais no canteiro de obras e no edifício. Os tijolos ecológicos utilizados são função do seu excelente conforto térmico e a fabricação no canteiro reduz a emissão de carbono da logística e fabricação. Os módulos são agrupados de forma laminar e voltados para a nascente, orientação mais adequada da cidade, utilizando-se de grandes aberturas e de elementos vazados (combogós) para a usufruto da ventilação cruzada em chaminé. Os edifícios tem suas coberturas integralmente ocupadas por placas fotovoltaicas para utilização de energia solar e as águas pluviais são armazenadas em cisternas para limpeza dos térreos.

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